Assédio Sexual

Assédio Sexual

O assédio sexual é referido como um conjunto de atitudes de cunho físico e psicológico para obtenção de vantagem e atividade sexual não consensual com outra pessoa. Geralmente, é obtido de modo coercitivo em ambiente público, profissional, doméstico e acadêmico.

O assédio sexual pode ser precedido por uma ameaça, insinuação ou subordinação (no caso de superioridade hierárquica por parte de que comete o assédio). No ambiente de trabalho, é comum histórias de funcionários subordinados que para serem promovidos devem ter algum tipo de relação íntima com o seu superior.

No Brasil, a lei 10.224, de 15 de maio de 2001, define o assédio sexual da seguinte maneira:

Constranger alguém com intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente de sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função.”

 

A partir do ano de 2006, nos EUA, tornou-se comum a denúncia de assédios sexuais praticados por diretores e produtores de cinema e da indústria cultural norte-americana. As denúncias aumentaram no decorrer do ano de 2017, tanto que a revista Time do mês de dezembro de 2017 destacou como Personalidade do Ano todas as celebridades que vieram à pública denunciar casos de assédio sexual sofridos recentemente e em anos anteriores.

A descrição da capa da revista Time apresentou a frase “As vozes que lançaram um movimento” definindo como “silence brakers” todas as pessoas que denunciaram casos de assédio e abuso sexual. Dentre a lista de pessoas que vieram à publico denuncias, destacam-se a atriz Ashley Judd, a ex-engenheira da Uber Susan Fowler, a lobista Adama Iwu, a cantora Taylor Swift e a agricultura Isabel Pascual que estão na capa.

A lista da revista Time conta com pelo menos 74 personalidades acusadas de assédio e abuso sexual. Além de celebridades femininas, atores e esportistas do sexo masculino também se declararam vítimas de assédio sexual, como o ator e ex-jogador de futebol americano Terry Crews.

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