Capacidade fotovoltaica global

Capacidade fotovoltaica global.

Por Fernando Rebouças

Segundo a Worldwatch Institute há um intenso crescimento da implementação de fontes renováveis, cujo consumo de energia solar alcançou elevação de 58% e a eólica de 18% somente no ano de 2012. Os painéis fotovoltaicos representam 100 GW instalados. No mesmo ano, houve uma queda de investimentos no setor de energia fotovoltaica em escala global, porém, em virtude do uso de sistemas conectados em rede, o crescimento do consumo  de energia solar foi de 60% desde 2005.

Analisando o relatório Estado Global das Renováveis 2012, realizado pela REN21, cerca de 30 GW foram adicionados na capacidade fotovoltaica global no ano de 2011. No ano de 2010, a capacidade instalada adicional era de 17 GW. Em 2012, tínhamos elevado a capacidade global para 70 GW, equivalente a 98% do total dos sistemas conectados à rede.

No final do ano de 2012, a capacidade solar FV total representava 10 vezes mais em comparação com a capacidade registrada em 2007, quando a capacidade era menor de 10 GW; em cinco anos, tivemos um aumento de 900% na capacidade. Em 2012, os investimentos financeiros em energia solar atingiram os 140,4 bilhões de dólares, 11% menos em comparação com 2011.

O consumo global de energia solar registrou crescimento de 58% em 2012. Em todo o mundo, o continente europeu ainda consome grande parte dessa energia, no mesmo ano consumindo 76% de toda a capacidade. A Alemanha é o principal consumidor, demandou 30% do total de energia solar produzido em 2012. Porém, na Europa, dois países diminuíram os incentivos para a energia solar, a Itália e a Espanha.

Segundo a chefia em Energias Sustentáveis do Worldwatch Institute:

“Apesar de incertezas políticas ainda ameaçarem o crescimento solar e eólico, essas tecnologias estão posicionadas para continuar se expandindo (…) . O declínio nos preços das tecnologias solares, apesar de um risco para os atuais fabricantes, está ajudando a energia solar a alcançar a paridade em muitos mercados. Também a queda do custo de operação e da manutenção das usinas, está deixando a eólica competitiva com relação as fontes convencionais”

Resenha energética brasileira:

http://www.mme.gov.br/mme/galerias/arquivos/publicacoes/BEN/3_-_Resenha_Energetica/1_-_Resenha_Energetica.pdf

Referências: http://www.institutocarbonobrasil.org.br/energias1/noticia=734737

http://www.americadosol.org/mercado-mundial/

 

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