Disputas entre a China e Donald Trump (EUA)

Disputas entre a China e Donald Trump (EUA)

O ano de 2018 marcará na história a volta das disputas econômicas entre EUA e China na Era Trump. O presidente norte-americano que se elegeu prometendo reconstruir o modelo de uma América forte impôs tarifas de até 60 bilhões de dólares a produtos chineses.

Essa decisão, segundo a China, violou as regras da OMC (Organização Mundial do Comércio). O presidente Trump tomou essa decisão baseado na seção 301 do Ato de Comércio de 1974 dos EUA.

Segundo representante da China, ao convocarem membro da OMC, declarou que os EUA geram um precedente negativo ao romper com o comércio internacional de forma setorial. As 20 principais economias do mundo perante esse impasse entre EUA e China são obrigadas a escolher entre a riqueza e os baixos preços da China e a segurança norte-americana.

No setor socioeconômico mundial, nos últimos 20 anos tem se tornado notável o empoderamento econômico da China, fator que enfraquece a hegemonia dos EUA em regiões da Ásia e do Pacífico. Através de Trump, os EUA acendeu uma rivalidade comercial que até então, era mantida de forma diplomática desde os governos de George W. Bush e Barack Obama.

A partir de 2017, se tornou perceptível que as duas superpotências comerciais estavam amadurecendo uma reformulação de suas economias à sua própria imagem. No setor militar, enquanto que os EUA ainda possui capacidade militar predominante na Ásia, a China tem expandido o seu poderio militar.

A China, na década de 2010, tem se posicionado com uma economia privilegiada para reordenar a região asiática oferecendo alternativas de negócios para antigo aliados dos EUA como Filipinas e Indonésia.

A postura de Donald Trump, desde a sua campanha presidencial, é a de rejeitar acordos econômicos multilaterais, o que força as nações asiáticas a repensar suas estratégias. A Parceria Transpacífica, por exemplo, que fortaleceria o comercia entre países como Austrália e Japão foi, na prática encerrada pelo governo Trump.

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