Emile Zola

Emile Zola 

Por Fernando Rebouças

Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola nasceu em Paris, no dia 2 de abril de 1840; faleceu na mesma cidade em 29 de setembro de 1902. Grande escritor fundador do movimento literário naturalista.

Filho de François Zola, engenheirom e de Émile Aubert. Estudou no “College Bourbon”, da cidade de Aix-en-Provence, onde foi criado. Aos dezoito anos, retornou a Paris. Trabalhou em escritórios, e em 1862, no departamento de vendas de uma editora para suportar a situação financeira difícil que viveu após a morte de seu pai.

Foi um escritor de engajamento político, a carta “J’accuse”, escrita ao presidente francês Félix Faure, publicada em 13 de janeiro de 1898, no jornal “L’aurore”, acusava o governo francês de anti-semitismo ao ter condenado o capitão Alfred Dreyfus por traição em 1894.

Foi idealizador do naturalismo na literatura, tendo como símbolo a obra “O romance experimental” de 1880. A primeira obra naturalista de grande repercussão foi “Thérese Raquin”.

Ainda escreveu: a série Os Rougon-Macquart (Les Rougon-Macquart); O Ventre de Paris (Le Ventre de Paris, 1873); A Terra (La Terre, 1887), Nana (1880) e Germinal (1885). Zola empregava em sua escrita métodos científicos abordados pela ciência em seu tempo.

Faleceu em casa, vítima de inalação de monóxido de carbono proveniente de uma lareira, o que deixou vestígios de possível homicídio. Nunca foi eleito para integrar a Academia Francesa de Letras, sendo negado à cadeira 24 vezes.

Referências:

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89mile_Zola

http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u480.jhtm

 

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