Engenho de açúcar

Engenho de açúcar 

Por Fernando Rebouças

As fazendas produtoras de açúcar no período histórico da colonização no Brasil eram referidas como engenho de açúcar. Engenho de açúcar também definia as maquinas utilizadas para moer a cana-de-açúcar.

Os engenhos de açúcar eram predominantes no nordeste e destinavam a sua produção de açúcar para a metrópole portuguesa e para o mercado europeu.

O engenho era composto pela casa-grande, pela senzala, capela, horta e canavial. Era utilizada a mão-de-obra escrava dos africanos. Depois da expulsão dos holandeses, a produção do açúcar brasileiro passou a sofrer a concorrência do açúcar holandês produzido nas ilhas da América Central.

O chamado engenho-banguê incluía a moeda, a casa das caldeiras e a casa de purgar. Os engenhos resistiram até o século XX, nos estados de Pernambuco, Rio de Janeiro, Alagoas e São Paulo.

Foram finalmente extintos, a partir da evolução da agroindústria e o surgimento das usinas de açúcar e álcool.

No engenho, as etapas de produção do açúcar iniciavam-se na moagem de cana. Na moagem era extraído o caldo de cana; posteriormente encaminhado para o tanque e depois armazenado.

Para a produção da cachaça, o caldo era  armazenado para a fermentação e destilação. Na produção do açúcar, o caldo era colocado em tachos de cobre em fogo, até a etapa do resfriamento do mel.

Referências:

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenho

http://www.suapesquisa.com/o_que_e/engenho_acucar.htm

 

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