Jack Nilles

Jack Nilles.

Por Fernando Rebouças

Autor dos estudos sobre o Teletrabalho, Jack Nilles é formado em física e foi chefe de projetos da Nasa e na Força Área dos EUA, onde planejou sistemas de comunicação. Trabalhou como consultor do Conselho de Assessoria Científica do Governo Kennedy e do Governo Johnson.

Também trababalhou como consultor na National Science Foundation. Tornou-se Diretor para Pequisas Interdisciplinares na University of Southern California. Na univerdade iniciou seus estudos sobre a telecomutação e o teletrabalho.

Criou o termo “Teletrabalho” e seus conceitos iniciais em 1973. Pesquisou a respeito dos impactos das novas tecnologias da informação no Center for Futures Research, até os dias atuais é considerado como pai da telecomutação e do teletrabalho.

No ano de 1980, fundo a empresa de consultoria Jala International, abandonou a universidade em 1989,para se dedicar integralmente à sua empresa. Em sua empresa, presta serviçopara diversas empresas, na maioria, pertencentes à lista das 100 principais corporações da Revista Fortune 100.

Trabalha para instituições da Califórnia, Arizona, Washington, Los Angeles, Europa, e até América do Sul.

Em 1993, recebeu o prêmio “Environmental Pride Award” por ter contribuído para melhorar a qualidade do ar da cidade de Los Angeles. No ano seguinte, foi reconhecido pelo seu projeto de trabalho de desenvolvimento sustentado da Renew America.

No ano de 1997, recebeu uma comenda do Board of Supervisors of Los Angeles County, por ter reduzido o tráfego em Los Angelos.

Segundo Jack Nilles, entre as profissões que poderão nascer ou renascer no avanço do teletrabalho, estão as que se adaptarem rapidamente ao sistema de teletrabalho. Nos EUA, há pequenas empresas que oferecem serviços específicos via teletrabalho a diversas empresas.

Em suas observações, Nilles acredita que, na Europa, o Reino Unido, a Suécia e França estejam mais desenvolvidas e avançadas para o teletrabalho por terem introduzido em suas sociedades forte investimento em inovação social e tecnológica.

Defende a ideia do teletrabalho como meio de integração social e econômica, principalmente para as populações desfavorecidas de meios de transportes , portadores de necessidades especiais, refugiados e detentos. Para os portadores de necessidades especiais, há a eliminação do stress e o custo da mobilidade numa grande cidade para o trajeto casa-escritório. Por outro lado, sabe que a inclusão pode não ser satisfatória , considerando a opinião de organizações de deficientes dos EUA, que são contra o teletrabalho, por este isolar o portador de necessidades especiais.

Referências:

www.ead.fea.usp.br/semead/3semead/pdf/MQI/Art102.PDF

http://janelanaweb.com/reinv/nilles2.html

 

 

 

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