Netizen

Netizen

Por Fernando Rebouças

A palavra “netizen” foi cunhada por Michael Hauben nos anos 1990, o termo se refere a pessoas que agem e pensam além das fronteiras geográficas e que utilizam a internet para o bem comum de todas as pessoas do mundo. Atualmente, sites noticiosos e marcas monitoram as atividades dos netizens como forma de medir opiniões, ataques e defesas de produtos e serviços.

Numa visão mais abrangente no uso da internet, os netizens são identificados como cidadãos da internet pelo engajamento na defesa de causas sociais e pelo desenvolvimento da internet. Esses cidadãos da internet possuem uma visão horizontal e não vertical na relação com as demais pessoas.

Defendem a democracia na rede mundial de computadores, não acreditam em governos mas na participação maciça de cidadãos na defesa dos direitos comuns na internet. Segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas), o mundo possui cerca de 3,4 bilhões de internautas que podem ser subdivididos nos seguintes segmentos:

Espectadores : indivíduos que apenas leem e acessam conteúdos disponíveis em sites da internet;

Participantes :  indivíduos que acessam e possuem perfis em redes sociais;

Coletores : indivíduos que adicionam tags, utilizam feeds RSS e ajudam a organizar a indexação do acesso de determinados sites;

Críticos : indivíduos que postam suas opiniões, análises e demais tipos de comentários em sites e redes sociais;

Criadores : indivíduos que criam e elaboram conteúdo visual, textual e audiovisual para sites, redes sociais e aplicativos;

O sentido de contribuição mútua por parte dos netizens não se resume somente ao uso comum da internet, mas na vontade de estar conectado e contribuir com o outro, pois são verdadeiros conectores sociais que, geralmente, utilizam pseudônimos e avatares para não serem identificados. Dependendo do assunto, do conteúdo e da situação os netizens podem ser positivos ou negativos, eles podem, da mesma forma, defender uma marca ou causa e, ao mesmo tempo atacar. Podem se comportar como “defensores” ou “advogados” da marca ou como “haters” quando atacam ou ferem a moral de uma empresa e indivíduo.

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