O Empreendedorismo no século XXI

O Empreendedorismo no século XXI

Por Fernando Rebouças

Ter ideias inovadoras, criar e planejar mercados regionais e globais. Empreender é identificar oportunidades e necessidades e criar soluções que geram impacto social e retorno financeiro. Mas, quais as principais tendências para o empreendedorismo no século XXI?

Sabemos que o século XXI exige dos três setores da sociedade (Governo, empresas privadas e associações sem fins lucrativos) uma visão e um conjunto de metas que propiciem investimentos, geração de emprego, inserção social e respeito ao meio ambiente, tais metas carecem de novas tecnologias aplicadas às áreas de educação, produção e serviços.

Mas, como adequar os objetivos do mercado às necessidades humanas tanto no relacionamento social quanto na agenda ambiental marcada por desastres ambientais como extinção em massa de espécies de fauna e flora e elevação da temperatura do planeta?

Segundo o livro “Empreendedorismo – Fundamentos e Técnicas para Criatividade” das autoras Sandra Mariano e Verônica F.Mayer, editado pela GEN/LTC:

“Na primeira década do século XXI, assistimos a um grande debate sobre o aquecimento global e a sua ameaça à vida no planeta. As pesquisas têm mostrado que o futuro da Terra depende da mudança de atitude de todos os indivíduos, independente de sua nacionalidade, no sentido de preservar a natureza, sua diversidade e riqueza. Poderíamos nos perguntar por que o que se faz, em lugares tão distantes, como a China ou a Inglaterra, nos afeta aqui. (…)

As grandes e pequenas organizações, empresas privadas, públicas ou do terceiro setor, por exemplo, também são afetadas por esta conexão entre pessoas e países. Isso tem  tornado o mundo cada vez mais ‘plano’, ou seja, uma espécie de terreno aplainado onde a concorrência e as possibilidades de inclusão também tornara-se globais.”

Podemos identificar que as ações empreendedoras, nos três setores, devem focar em soluções mercadológicas, sociais e ambientais, e não somente na pura exigência pelo lucro. É necessário um equilíbrio entre os interesses dos três setores da sociedade, entre os ciclos de ideias e setores produtores de serviços e produtos.

Portanto, ser um empreendedor é assumir questões presentes no cotidiano econômico e social, é mais do que somente identificar oportunidades, mas enxergar soluções favoráveis para as necessidades de governos, empresas, ONG’s e os ensejos da sociedade civil como um todo, onde, seja no Estado ou no mercado, todos vivem e trabalham interconectados, interdependentes entre ações e resultado constantes.

Se aprofunde mais no tema. Para conhecer mais sobre o livro citado, clique:

 http://www.grupogen.com.br/empreendedorismo-fundamentos-e-tecnicas-para-criatividade.html?code=fundamentos.tecnicas&utm_source=agendapesquisa&utm_medium=parcerias&utm_campaign=desc_empreendedorismo_9788521617730_fundamentosetecnicas

agendapesquisa1

Capa:

,

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *