Olimpíadas 2016 (Rio 2016)

Olimpíadas 2016 (Rio 2016)

Por Fernando Rebouças

Os Jogos Olímpicos 2016 realizados na cidade do Rio de Janeiro ficaram conhecidos como a trigésima primeira olimpíada da era moderna. Também referida como Rio 2016, a realização dos jogos marcou na história como a primeira olimpíada sediada na América do Sul e no Brasil, na capital do estado do Rio de Janeiro. A primeira olimpíada realizada na América Latina foi na Cidade do México em 1968.

Apesar de ser  uma edição de jogos olímpicos de verão, o evento multiesportivo foi realizado durante o inverno brasileiro entre os dias 5 e 21 de agosto. A escolha da cidade do Rio de Janeiro para sediar os jogos de 2016 ocorreu durante a 121ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional, ocorrida em Copenhague, Dinamarca, no dia 2 de outubro de 2009. O Rio de Janeiro também foi escolhido para sediar os Jogos Paralímpicos 2016.

O estádio do Maracanã foi palco do show de abertura e de encerramento, pela primeira vez na história os eventos de aberturas e encerramento ocorreram num estádio que não era olímpico. Na Rio 2016, houve 306 disputas por medalhas em 42 modalidades, incluindo o golfe e o rugby de sete jogadores.

A Rio 2016 marcou o tricampeonato do atleta jamaicano Usain Bolt em três modalidades no atletismo e o primeiro título do futebol brasileiro com a conquista da medalha de ouro contra a Alemanha no Maracanã. No quadro de medalhas os EUA ficaram em primeiro lugar seguidos pela Grã-Bretanha. O Brasil atingiu o seu recorde de medalhas ficando em décimo terceiro lugar com 7 medalhas de ouro, sendo 19 medalhas no total.

Durante a realização dos jogos no Rio de Janeiro não foram registrados nenhum incidente de alta gravidade. Apesar da polarização política no ano de 2016 no Brasil, gerada pelo processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, o clima na cidade foi de união e de ausência de manifestações políticas nas ruas, porém as expressões políticas foram manifestadas por alguns atletas estrangeiros, como o atleta etíope Feysa Lilesa.

No término da prova da maratona, o atleta etíope Feyisa Lilesa fez um gesto de protesto contra o governo de seu páis ao obter a medalha de prata na maratona dos Jogos Olímpicos 2016, no domingo, no Rio. O corredor cruzou os pulsos sobre a cabeça, um gesto típico do grupo étnico oromo  que vem sofrendo  forte perseguição política e policial na Etiópica.

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