Sociedade criativa

Sociedade criativa.

Por Fernando Rebouças

Acredita-se que a sociedade criativa é formada por pessoas que usam mais o lado direito do cérebro, são pessoas que trabalham em áreas criativas como ciências, arte e serviços profissionais, indicando o mais alto nível da evolução da sociedade humana nos últimos tempos.

As novas tecnologias têm serviço de nova base para a formação e fortalecimento dessa nova sociedade, referidas pelos estudiosos norte-americanos de “Creative Class”. Mesmo que a quantidade de pessoas criativas seja menor do que a dos demais trabalhadores, os criativos exercem maior interferência no modo e na visão de vida de um conjunto de pessoas.

A pessoa criativa é considerada inovadora, com a capacidade de criar e utilizar novas tecnologias, além de novos conceitos. As pessoas mais criativas se tornam em profissionais raros e consumidores expressivos, sendo, em nível social, importantes formadores de opinião.

Segundo Richard Florida, professor da Universidade de Toronto e estudioso na área de teoria social e econômica, a sociedade criativa tem se expandido em todo o mundo, o que justifica o aumento em investimentos na chamada “economia criativa”, as principais empresas do mundo já reconhecem que o capital intelectual e a capacidade criativa de uma pessoa são o ponto fundamental para a criação de novos produtos, conceitos e soluções.

Além de ocorrer em grande escala em países desenvolvidos, a sociedade criativa também se manifesta em países em desenvolvimento e nos mais pobres, principalmente, com a missão natural de solucionar problemas sociais e de gerar tecnologia de baixo custo, como já verificado em países como a Índia.

Segundo Philip Kotler, a principal característica de uma sociedade criativa  é a crença na autorrealização como um dos principais objetivos, acima das necessidades mais básicas de sobrevivência como sentido de trabalho e de vida.

A principal base do surgimento e fortalecimento da sociedade criativa é a “economia criativa”, referida como a nova economia do século XXI e  propulsora para as demais áreas econômicas. A economia criativa utiliza a criatividade para gerar empregos, novos produtos e oportunidades para o crescimento econômico de um país.

É um tipo de economia que se baseia na criatividade e talento individual, mas que necessita de investimentos em pesquisas científicas e em  avanços tecnológicos. A economia criativa abrange a propaganda,  área multimídia, arquitetura, cinema, música, arte, indústria dos games, indústria editorial, softwares, moda, entre outros.

Referências:

Marketing 3.0. Kotler, Philip. Kartajaya,Hermawan. Iwan, Setiawan. Ed. Campus. Rio de Janeiro. 2010.

http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=55

http://www.biinternational.com.br/aluno/fernandacoelho/2011/05/28/o-futuro-da-sociedade-criativa/

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